Gerontologia

Site sobre gerontologia e estudos sobre o envelhecimento.

Para este final de ano, a categoria “conexões” sugere algumas visitas e leituras que passeiam por diversas datas, locais, formatos e áreas do conhecimento. Homenageamos assim, a expressão da diversidade no universo que abrange as reflexões os saberes e as práticas em torno da temática do envelhecimento.

Na era da informação, em que uma infinitude de dados permeia cada vez mais o nosso cotidiano, torna-se uma tarefa cada vez mais difícil selecionar para onde seria  interessante direcionar uma atenção mais detalhada.

A possibilidade de leitura sobre temas que abordam questões referentes ao envelhecimento esbarra sem dúvida, no nosso tempo pessoal cada vez mais restrito, em barreiras idiomáticas, em recortes culturais, em vieses ideológicos ou profissionais e, possìvelmente em necessidades de atendimento às demandas concretas do cotidiano.

A seleção de textos e hipertextos que divulgamos a seguir apresenta algumas páginas de um livro que encontra-se em aberto. Pode ficar na vitrine, ser guardado na estante para leitura nos dias de folga, direcionado a um “sebo”, folheado despretensiosamente, ou mesmo, despertar a curiosidade para um acesso mais imediato. Esperamos que as nossas escolhas tenham sido oportunas.

***

0564-011212-34
Life Course, Environmental Change and Life Span.
JEAN-MARIE ROBINE – USA – 2003

“… Biodemographic models, incorporating biological, social, and environmental heterogeneity, are essential to understanding the determinants of human longevity (Carnes and Olshansky 2001). Yet these conventional factors are not sufficient, even in an interactive way, to explain the life history and the longevity of species, including the human species. Finch and Kirkwood (2000) have proposed the addition to the conventional models of intrinsic chance, known to physicists as chaos. I suggest the addition of  the life course…”

http://www.nestragel.info/pdfs/PDRSupplements/Vol29_LifeSpan/Robine_pp229-238.pdf

***

0549-011212-34
Therapeutic Profit by Companion Animals’ Employment In Health Care of Older People. Beneficios terapéuticos por empleo de los animales de compañía en el cuidado de salud de las personas mayores.
Aldo Pacheco-Ferreira – Brasil – 2012

“… Over the years animals have played many roles in our lives. More recent, animals fit into many niches of society, become companions . They are involved in everything from entertainment and companionship to being service providers as well as therapy assistants. Companion animals can also reduce anxiety, loneliness, and depression. They serve as a source of tactile comfort by increasing sensory stimulation while decreasing blood pressure and heart rate…”

http://rev_gerenc_polit_salud.javeriana.edu.co/vol11_n_22/estudios_1.pdf

***

0429-011212-34
Solidariedades Familiares e o Apoio a Idosos. Limites e Implicações
Family Solidarities and The Support to Elderly Members. Limits and Implications

LUISA GASPAR PIMENTEL; CRISTINA PINTO ALBUQUERQUE – Portugal – 2010

“… Uma certa “ideologia familiarista” tende, assim, a emergir num quadro de apelo, mais ou menos explícito, dos poderes públicos ao suporte familiar, e à sua (pretensa) eficácia, para concretizar missões que o Estado por si só não pode, ou não quer, concretizar, nomeadamente, o apoio aos jovens desempregados ou com empregos precários, aos idosos (sobretudo dependentes), aos doentes crónicos e aos deficientes. O suporte aos membros da família mais desprotegidos corresponderia, aliás, de acordo com determinados movimentos familiares de cariz mais conservador, à essência axiológica e cultural da própria família, fortemente ancorada no dom-de-si e na reciprocidade afectiva e material.
Tais conceções obscurecem, no entanto, as questões de fundo, associadas às desigualdades e à garantia de equidade quando se coloca a família como o eixo central de uma política de resposta a situações de vulnerabilidade e de sofrimento social disseminado…”

http://revistaseletronicas.pucrs.br/fass/ojs/index.php/fass/article/viewFile/7783/5787

***

0229-010411-34
Factores sociales y salud infantil asociados con la vejez
Teresita Elisa Ruiz-Pantoja; Roberto Ham-Chande – México – 2007

“…Las características socioeconómicas y de salud en la infancia influyen en la supervivencia y morbilidad en las edades adultas y de la vejez…”
“…Los estilos de vida de la infancia y la etapa adulta no son independientes, sino que interactúan y definen conjuntamente la morbilidad adquirida en las edades mayores…”
“… La escolaridad de los padres y las características de la vivienda de la infancia aparecen como factores protectores importantes, aunque estas conclusiones no pueden generalizarse…”

http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0036-36342007001000009&lng=es&nrm=iso

***

0909-031212-34
Retirement accommodation and aged care issues for non-heterosexual populations: Literature Review. GRAI (GLBTI Retirement Association Inc) and Curtin Health Innovation
Research Institute, Curtin University. -  Austrália – 2010

“… In addition to the usual issues facing older adults, such as loneliness, isolation, and loss of autonomy and independence, older GLBTI individuals may experience further stressors. These are usually associated with sexual orientation, disclosure to health care providers, discrimination, lack of legal recognition, little if any protection of lifetime partnerships, and limited opportunities to meet other older GLBTI people.
In comparison to older heterosexuals, older GLBTI people are two and a half times more likely to live alone, twice as likely to be single and over four times as likely to not have children. As a consequence older GLBTI individuals may experience greater isolation, loneliness, lack of traditional family support and lack of recognition of partners. Many older GLBTI people have been exposed to ongoing discrimination and homophobia as a result of their sexual orientation, and may not access health care services as they fear disclosing their sexuality to health professionals …”

http://cra.curtin.edu.au/local/docs/Lit%20Review%20electronic.pdf

***

0573-011212-34
Person – centred Dementia Care: A Vision to be Refined
Timothy D. Epp – Canadá – 2003

“… The concept of the “person” is at the centre of current debates on the beginning and end of life, the assessment of competency, and human suffering. Promoted as a shift in the “culture” of care, holistic dementia care is referred to most often as “person-centred” (although terms such as “individualized,” “resident-focused,” and “patient-centred” also are utilized), and is based on various sources, including the social psychology of professor Tom Kitwood…”

http://www.stacommunications.com/customcomm/Back-issue_pages/AD_Review/adPDFs/april03e/14.pdf

***

0212-051212-34
Do tempo da memória ao esquecimento da história: um estudo psicanalítico das demências
Delia Catullo de Goldfarb – Brasil – 2004

“… O objetivo deste trabalho é abordar as demências do ponto de vista psicanalítico. A articulação dos conceitos de tempo, história, memória, projeto identificatório, desamparo e constituição histórica do eu fornece o suporte teórico necessário para fundamentar uma hipótese psicogênica para os estados demenciais, com a finalidade de ampliar a compreensão desta patologia, contribuindo para uma interlocução fundamental no campo da interdisciplinaridade. Destaca-se que, com a proximidade da morte e o encurtamento do horizonte de futuro, aumenta para os idoso, a dificuldade de realizar o trabalho de luto, especialmente o luto pela própria vida que está findando e deve ser feito por antecipação. Nesse contexto, a especificidade da demência, situação na qual o eu historicamente constituído se dissolve, não estaria dada unicamnete por um déficit orgânico que afeta a memória como função neurológica, mas também, por um transtorno de identidade que tem efeito sobre a memória como função historizadora. O fracasso no processo de elaboração da finitude, o desinvestimento dos vínculos, e a fragilidade ante as vissicitudes do processo de envelhecimento, podem provocar estados depressivos, dos quais é possível fugir por meio de um esquecimento radical e violento. Finalmente, são apresentadas diferentes experiências terapêuticas que contribuem para o debate sobre a questão da inclusão das demências no campo da psicopatologia psicanalítica…”

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-16092004-094302/pt-br.php

***

0050-041212-34
Aging, Globalization and Inequality: The New Critical Gerontology
Jan Baars – Netherlands – 2006

“… Aging, Globalization and Inequality is a major reassessment of work in the field of critical gerontology, providing a comprehensive survey of issues by a team of contributors drawn from Europe and North America. The book focuses on the variety of ways in which age and aging are socially constructed, and the extent to which growing old is being transformed through processes associated with globalization. The collection offers a range of alternative views and visions about the nature of social aging, making a major contribution to theory-building within the discipline of gerontology…”

http://www.janbaars.nl/aging-globalization-and-inequality.php

***

0614-031212-34
A global response to elder abuse and neglect.
Building Primary Health Care Capacity to Deal with the Problem Worldwide

World Health Organization – 2008

“… Until very recently, elder abuse was a social problem hidden from public view and mostly regarded as a private matter. Evidence is accumulating, however, to indicate that elder abuse, which includes the pervasive issue of neglect, is an important public health and societal problem that manifests itself in both developing and developed countries. From a health and social perspective, unless the primary health care and social services sectors are well equipped to identify and deal with the problem, elder abuse will continue to be underdiagnosed and overlooked.
WHO/ALC and CIG-UNIGE, with partners from all continents, conducted this study in order to develop a strategy to prevent elder abuse within the primary health care context. The study consisted of a qualitative research project in eight participating countries focused on testing questions originally devised by researchers in Montreal. These questions were aimed at raising awareness among health professionals of the issue of elder abuse. ..”

http://www.who.int/ageing/publications/ELDER_DocAugust08.pdf

***

0575-011212-34
A relação pessoal como acesso privilegiado para o doente mental grave
Maria Victoria Roque – Espanha – 2001

“… A saúde foi convertida em um ídolo pelo qual se sacrifica tudo, inclusive a própria vida. Atualmente, os termos a ela relacionados – como qualidade de vida, identidade humana, pessoa, ser humano, decisões éticas, dignidade, etc. – são com freqüência utilizados no discurso bioético. São conceitos que exigem um empenho intelectual e um convite a pensar como são aplicados nas situações de doença extrema, doença crônica grave ou fragilidade mental, visando encontrar respostas que não atentem contra o próprio homem…”

http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/viewFile/230/231

***

0974-031212-34
ORAL HEALTH IN AGEING SOCIETIES. Integration of oral health and general health

WHO – 2006

http://new.paho.org/hq/dmdocuments/2009/OH_st_ag.pdf

***

0454-011212-34
If Mohammed won’t come to the mountain, the mountain must go to Mohammed
Maria Crotty; Julie Ratcliffe – Australia – 2011

“…The health care of nursing home residents causes deep unease in every practitioner who works with older people. The problem for frail older people in many western countries is that once they move out of the community and into a residential facility, for a range of complex reasons, their access to consistent high-quality medical care and multidisciplinary teams (palliative, geriatric and rehabilitation) dramatically diminishes. The solution to this problem vexes many western countries…”

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3080243/pdf/afr035.pdf

***

2570-031212-34
Manual de atención al ANCIANO DESNUTRIDO en el nivel primario de salud

Juan Carlos Caballero García;  Javier Benítez Rivero -  Grupo de Trabajo de Atención Primaria, perteneciente a la Sociedad Española de Geriatría y Gerontología (SEGG) – Espanha – 2011

“… Aunque la malnutrición por exceso, obesidad y sobrepeso, son más frecuentes hasta los 70 años (30% en hombres y 40% en mujeres), a partir de esa edad aumenta la prevalencia de subnutrición especialmente en ancianos, con enfermedades crónicas, que viven solos o con falta de autonomía y que pertenecen a niveles de renta modestos o bajos…”   “….En la circunstancia de ancianos enfermos, o con patologías crónicas que aumenten el riesgo, o en situaciones personales adversas, la vigilancia nutricional debería ser una prioridad asistencial…”

http://www.imsersomayores.csic.es/documentos/documentos/caballero-manualancianodesnutrido.pdf

***

0365-021212-34
As necessidades afetivas dos idosos
Anita Liberalesso Neri – Brasil – 2008

http://www2.pol.org.br/envelhecimento/docs/Anita%20Neri%20-%20As%20necessidades%20afetivas%20dos%20idosos.pdf

***

0218-011212-34
LA VEJEZ EN EL ARTE DE LAS POBLACIONES PREHISPÁNICAS TUMACO-LA TOLITA DE LA COSTA PACÍFICA COLOMBO-ECUATORIANA
Harry Pachajoa; Carlos A. Rodríguez; Carolina Isaza. – Colombia – 2009

“… La representación permanente de los ancianos en el arte podría indicar una concepción del ser humano muy diferente a la occidental moderna, donde el cuerpo más que un “fetiche”, era considerado como una totalidad dinámica psicofísica y cultural en permanente cambio; siendo el anciano una persona que ejerce un liderazgo en una población por ser conocedor de la tradición oral de su comunidad, el consejero por su experiencia, y en algunos casos el que ejercía cierto poder como “chaman”…”

http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0120-00112009000100007&lang=pt

***

0187-051212-34
Fadiga muscular, envelhecimento e actividade física : efeito na funcionalidade locomotora e velocidade de reacção
José Rui Favas Martins – Portugal – 2005

http://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/14121/2/4341.pdf

***

0479-011212-34
El proceso de terapia ocupacional en la unidad geriatrica de agudos del HCUCh
Jean Gajardo Jauregui – Chile – 2008

“… La hospitalizacion y cuidado agudo brindado al adulto mayor, presenta necesidades y riesgos diferenciados del resto del los grupos etarios. Para un adulto mayor, la perdida de dominio sobre su ambiente y la baja posibilidad de participacion en actividades diarias que favorece el ambiente hospitalario, aumenta la probabilidad de deterioro funcional
y dificulta la reinsercion posterior al medio social y fisico de origen…”

http://www.redclinica.cl/HospitalClinicoWebNeo/Controls/Neochannels/Neo_CH6258/deploy/terapia_ocupacional_unidad_geriatrica.pdf

***

0671-031212-34
Dementia: ethical issues
Nuffield Council on Bioethics – London, UK-2009

http://www.nuffieldbioethics.org/sites/default/files/Nuffield%20Dementia%20report%20Oct%2009.pdf

***

0555-021212-34
The Norwegian Teaching Nursing Home Program
Marit Kirkevold – Norway – 2011

http://www.oltca.com/library/events/ARD2011/Presentations/PM5_1_MKirkevold.pdf

***

0388 – 011212 – 34
Biopolíticas e Velhice
Alarcon Agra do Ó – Brasil – 2011

“… O que nos restaria, como pensadores da velhice, e como envelhescentes? Ainda é em Foucault que encontro, se não respostas, ao menos indícios de possibilidades. Lembro-me do seu texto sobre Kant e o Iluminismo, quando Foucault insiste na idéia de que aos homens e mulheres do pensamento, na atualidade, resta sempre o dever ético da inquietação, da indignação, do combate (Foucault, 1994). O tempo presente, diz ele, é não apenas a nossa matéria; é o território no qual devem se dar os nossos mais cruentos combates. Um destes combates deve se dar, é o que creio, contra os estereótipos que cercam e compõem a velhice com a qual convivemos…”

http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/11647

***

0253-021212-34
Postoperative Cognitive Disorders: Does Anestesia Harm the Brain?
Terri G. Monk – USA – 2010

http://w3.fmed.ulaval.ca/anr/fileadmin/Documents/5.Ressources/Presentations/2010/20101106AAQ/20101106monk.pdf

***

0209-011212-34
Healthy Aging as Disease?
Ruth Elaine Nieuwenhuis-Mark – Netherlands – 2011

“… In the scientific and popular literature recently there has been a widespread call for classifying normal aging as a disease, a condition that can be “manipulated, treated, and delayed”. The main argument given by supporters of this suggestion is that grant-awarding bodies would be more likely to fund research into how, when, and why we age, and that doctors would become duty-bound to treat it . However, it has recently been suggested that there is actually a chronic underinvestment in Alzheimer’s disease research. Why then, would relabeling normal old age a disease suddenly increase funding in fundamental aging research when money is hard enough to come by for research into AD?…”

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3045708/?tool=pubmed

***

0567-031212-34
Manual dos formadores de cuidadores de pessoas idosas
Yeda Aparecida de Oliveira Duarte – Brasil – 2009

“… Cuidadores de pessoas idosas podem ser definidos como as pessoas que cuidam de idosos com dependência, desenvolvendo ações que promovam a melhoria de sua qualidade de vida em relação a si, à família e à sociedade. Suas ações fazem interface principalmente com a saúde, a educação e a assistência social e devem ser pautadas pela solidariedade, compaixão, paciência e equilíbrio emocional. Os cuidadores podem ser familiares, agregados à família ou profissionais (para atuar em domicílio ou em instituições). Os requisitos mínimos, os conteúdos e as estratégias de abordagem nos cursos a serem realizados diferem, dependendo
do público-alvo…”

http://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/a2sitebox/arquivos/documentos/biblioteca/publicacoes//volume9_Formadores_de-cuidadores_de_idosos.pdf

***

0456-011212-34
The evolutionary ecology of senescence
Pat Monaghan et al. – Scotland, UK – 2008

“… Both genetic and environmental factors influence the rate of senescence. However, a much clearer distinction needs to be drawn between life span and senescence rate, and between factors that alter the overall risk of death, and factors that alter the rate of senescence. This is particularly important when considering the potential reversibility and plasticity of senescence, and environmental effects, such as circumstances early in life. There is a need to reconcile the different approaches to studying senescence, and to integrate theories to explain the evolution of senescence with other evolutionary theories such as sexual and kin selection…”

http://wildevolution.biology.ed.ac.uk/publications/Monaghan08%20FunctEcol.pdf

***

1059-031212-34
Cuidado Paliativo
Reinaldo Ayer de Oliveira – Brasil – 2008

“… Nas últimas décadas os médicos têm se dedicado a “desconstruir” crenças e hábitos vinculados à carreira, que, apesar de embasados nas melhores intenções e no conhecimento da época específica, tornaram-se defasados frente à realidade dos atendimentos sanitários. Admite-se, por exemplo, que as técnicas modernas destinadas a recuperar a saúde do paciente são importantes – mas não exclusivas – no amplo contexto da terapêutica disponível: esta se torna incompleta se não houver olhares compassivos, especialmente, quando as chances de cura são limitadas.
Também se reconhece que o médico não é um profissional isolado ou o único a responder pela atenção prestada aos pacientes. É um dos participantes de uma equipe multidisciplinar, em que cada qual desempenha uma função particular e valiosa.
Esses dois itens – considerar o atendido como um todo, e não como simples objeto de estudo ou um ser segmentado, e reconhecer a importância de um trabalho harmonioso em grupo, com representantes de outras carreiras em Saúde – figuram entre os aspectos enfatizados nessa área tão promissora e em franco crescimento no Brasil voltada aos Cuidados Paliativos…”

http://www.saude.sp.gov.br/resources/profissional/acesso_rapido/gtae/saude_pessoa_idosa/livro_cuidado_paliativo_crm_31_8_09.pdf

***

0419-011212-34
LA FAMILIA DEL FUTURO
Antonio O. Donini – Argentina – 2000

“… Siempre han existido junto a la familia tradicional otras estructuras familiares: la familia extendida, la poligámica, la comunal. Lo novedoso es que estas formas alternativas están siendo estudiadas por los investigadores sociales, y que la sociedad esta tomando conciencia de su existencia, lo cual no significa que se las apruebe…”

http://www.iin.oea.org/Cursos_a_distancia/curso-projur2003/Bibliograf%C3%ADa%20Mod.I/La_familia_del_futuro.pdf

***

0397- 011212-34
El cuerpo externalizado o la violencia hacia la vejez
Ricardo Iacub – Argentina – 2007

“…Este estudio describe uno de las formas de violencia hacia la vejez, la cual se manifiesta en adultos mayores que desvalorizan y rechazan aspectos de su cuerpo que aluden a las representaciones negativas del envejecimiento. Este proceso lleva a producir una externalización psíquica a través de la cual “aquellas partes viejas” resultan inasimilables a la idea del si mismo…”
“…O texto a seguir descreve uma das formas de violência em relação à velhice que se manifesta por meio da desvalorização e rejeição que os idosos têm do seu próprio corpo. Isto acontece como conseqüência das representações negativas em relação ao processo de envelhecimento que contribuem para produzir uma externalização psíquica pela qual “aquelas partes velhas” resultam inassimiláveis à idéia de si mesmo…”

http://revistas.pucsp.br/index.php/kairos/article/viewFile/2576/1630

***

0108-011212-34
Declaração de Consenso da Seção de Psiquiatria Geriátrica da Associação Mundial de Psiquiatria sobre Ética e Capacidade em pessoas idosas com doença mental.
World Psychiatric Association Section of Old Age Psychiatry Consensus Statement on Ethics and Capacity in older people with mental disorders.
Cornelius Katona et al. – World Psychiatric Association – 2010

“… Essa Declaração de Consenso oferece aos clínicos em saúde mental que cuidam de pessoas idosas com transtornos mentais, cuidadores, outros profissionais da saúde e o público em geral as definições e o debate sobre os princípios éticos que podem frequentemente ser complexos e desafiadores, apoiados em orientações práticas para satisfazer tais necessidades e padrões éticos e encorajar a boa prática clínica…”

http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol37/n4/169.htm

***

0030-020411-34

From Geriatric Disease to Geriatric Syndromes
Jean-Pierre Michel – Switzerland – 2010

http://www.g-geriatres-g.ch/archives/2010/Documents/FAG_Michel_Ge_Syndromes.pdf

***

1959-031212-34
Saúde do Idoso
Flavio Chaimowicz e cols. – Brasil – 2012

“… Conteúdo:
Seção 1 – Envelhecimento populacional e saúde dos idosos: transição demográfica; transição epidemiológica; mortalidade de idosos; internações de idosos; saúde e doença de idosos residentes na comunidade; concluindo a seção 1
Seção 2 – Abordagem dos problemas clínicos de idosos: iatrogenia e problemas com medicamentos; incontinência urinária; quedas e fraturas; depressão, insônia, demências e confusão mental; saúde bucal do idoso; violência contra o idosos; síndrome de imobilidade.    Público Alvo: Profissionais da saúde ligados a estratégia da Saúde da Família…”

http://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/1740.pdf

***

“Todos os conhecimentos têm uma profunda sedução. Quem conseguisse saber tudo ficava igual a Deus. Por isso é que muitos são de opinião que se saiba o menos possível, para não se ter a mesma sorte de Eva, que logo no princípio do mundo estragou o Paraíso com o pecado do saber.

Digo isto porque um tratado de biologia me atrai com a mesma força que um volume de ciências ocultas, e os números e as letras me parecem tão organizados, tão sensíveis, tão vivos, tão poderosos, enfim, como um animal, uma planta, um átomo.”

Cecília Meireles

http://www.releituras.com/cmeireles_letra.asp

Esperamos que a seleção de temas apresentados neste post
possa traduzir de alguma forma o espírito que vem norteando até o momento
o gerontologiaonline.

***

Tags: gerontologia multidisciplinar; envelhecimento; gerontología multidisciplinaria; envejecimiento; multidisciplinary gerontology; aging.


download new movies